FIQ

​Você ainda pode ter uma mesa no FIQ 2015!!

Por conta de desistências nessa reta-final, abrimos espaço para novas mesas no FIQ 2015. Já avisamos que são poucas, hein?! Sendo assim, seguem algumas orientações importantes. As inscrições vão até dia 02 de novembro.

Lembrando que o FIQ não é um evento comercial. A prioridade será para produtos e serviços diretamente ligados aos quadrinhos. Caso a demanda seja maior que o espaço oferecido, teremos que selecionar as propostas apresentadas, mesmo aquelas que estejam em conformidade com as orientações aqui descritas.

Pedimos que, caso existam dúvidas após a leitura, estas sejam encaminhadas ao e-mail: reservafiq@gmail.com

1. O período para a inscrição de reserva vai até o dia 02 de novembro, segunda-feira.

2. As mesas serão destinadas, prioritariamente, para artistas independentes. Sendo permitida a sua utilização por até dois quadrinistas.

3. A inscrição deverá ser feita através do formulário “ficha de reserva - mesa”. O link está ao final desse texto. Só serão considerados os formulários devidamente preeenchidos e com todas as informações solicitadas.

4. As dúvidas e outras questões pertinentes a reserva deverão ser encaminhadas, exclusivamente, para o e-mail: reservafiq@gmail.com. Mensagens sobre este assunto encaminhadas a outros contatos do Festival, serão ignoradas.

5. Vamos priorizar a comercialização de quadrinhos, em seus diversos formatos. A venda de outros produtos só será permitida desde que estes sejam derivados dos quadrinhos.

6. Todas as atividades da mesa, bem como os produtos comercializados, deverão ser descritos no formulário de reserva. Estas atividades serão divulgadas pela organização do festival, desde que a programação de cada mesa sejam enviadas com a antecedência adequada.

7. Os serviços de confecção de caricaturas e bottons não serão permitidos, pois não tem relação com a finalidade do evento.

8. A definição da mesa será feita pela coordenação do evento.

9. A coordenação do FIQ irá analisar todas as propostas de mesas. A reserva não é garantia de compra. A coordenação irá levar em conta, em sua análise, as orientações aqui descritas, a disponibilidade de espaço, os objetivos do festival e outras questões que julgar pertinentes, podendo aprovar ou rejeitar as propostas.

10. As propostas apresentadas além do prazo, não serão aceitas.

11. Não poderão ser comercializados materiais cujos direitos comerciais pertençam a terceiros sem expressa autorização ou licença.

12. A comercialização das mesas será realizada pela PLURAL, produtora do evento.

13. A compra de mesas equivale a todo o período do FIQ, de 11 a 15 de novembro de 2015, devendo o expositor se comprometer com o funcionamento durante todo este tempo.

14. As mesas serão comercializadas por unidade.

15. Não será permitida a comercialização de material político partidário e/ou religioso confessional.

16. Após a confirmação da reserva, o comprador receberá o manual do expositor com detalhes sobre o funcionamento das mesas e demais condições contratuais. A venda definitiva estará condicionada à aceitação das condições destas instruções e das normas contidas no manual.


Mesa de artista:

1(uma) mesa 1mx1m

2(duas) cadeiras

1(tomada) 110v

1(um) escaninho com chave(Armário de escaninhos, localizado em local separado)

Preço:

R$ 500,00, a unidade



Laboratório do FIQ

Hoje fechamos o anúncio das exposições com chave de ouro! A “Ciência dos super-heróis”, por meio de pesquisas, repensa alguns heróis icônicos à luz de conceitos científicos atuais. E, para colocar essa ideia no festival, o FIQ 2015 reuniu uma super equipe de desenhistas, coloristas e cientistas que, juntos, reinterpretaram e criaram novas versões dos personagens.

Ou seja: “Flash”, “Homem Aranha”, “Homem de Ferro”, “Hulk”, e “Mulher invisível”, de um jeito que você não imaginou! O evento, de 11 a 15 de novembro, é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura e é gratuito. De 9h às 22h, na Serraria Souza Pinto, em BH - MG.

O time da ciência é formado pelo pessoal do portal ScienceBlogs Brasil e do podcast Dragões de garagem. Cristiano Silvério Neiva, Gabriel Cunha, Luciano Lopes Queiroz, Luiz Bento, Patrick Simões Dias e Vitor Nascimento foram essenciais para a realização da exposição! Os desenhistas são Cris Bolson, Eduardo Pansica, Júlio Ferreira, Márcio Fiorito e Rodney Buchemi. As cores (“Flash” e “Mulher invisível”) são de Giovanna Guimarães. Além das novas versões, você verá a imagem clássica de cada personagem e informações sobre os conceitos e ideias que os nortearam. Ah! O Lucas Ed., nosso convidado, organizou e editou os textos da exposição.

A ciência sempre esteve presente no mundo dos quadrinhos e da ficção. Quando a Apolo 11 decolou rumo a lua, “Tintin”, o “Quarteto Fantástico” e tantos outros personagens e heróis já faziam suas viagens espaciais há um bom tempo. A linguagem científica sempre foi usada como um artifício de roteiristas e desenhistas para dar credibilidade e conferir realismo às suas histórias.

Nos anos 1950, em plena era nuclear, a radiação e a energia atômica serviam aos mais diversos fins nos quadrinhos. Desde fonte de poder aos heróis, como também transformar mulheres e homens pacatos, ou animais inocentes, em terríveis vilões. Não é à toa que você confere essa exposição inédita no FIQ. E que novembro chegue logo!


Tá tudo CELTON pro FIQ 2015!

Essa é pra você que tava com saudade de anúncio de convidado! É fácil encontrar esse quadrinista pelos semáforos de BH, hein?! Lacarmélio Alfêo de Araújo, o Celton, também vai ao FIQ 2015! O evento, de 11 a 15 de novembro, é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura e é gratuito. De 9h às 22h, na Serraria Souza Pinto, em BH - MG

Ele tem 56 anos e vende seus quadrinhos desde 1981. Nasceu em Itajutiba, município de Inhapim - MG, mas passou a infância, até seus 13 anos, em Itabirinha de Mantena, também em Minas. Em 1972 mudou-se com a família para Belo Horizonte, onde começou a vender picolé, mexericas e salgadinhos para ajudar em casa. Sempre gostou de escrever e desenhar hqs.

Lia e colecionava os quadrinhos da época. Mas ele gostava mesmo era do estilo aventura, como “Tarzan” e “Thor”, publicados pela Ebal. Gostava também de “Fantasma”, “Mandrake”, “Tex”, “Cavaleiro Negro”, “Capitão América”, “Flash” e “Gavião Negro”. Dessa forma, sempre desenhando, em 1975 criou “Celton”, identidade secreta do super-heroi, “Homem-Felino”. Produziu 28 fanzines sobre ele.

Na época trabalhava como engraxate e deixava os clientes lerem os gibis caseiros. Aos 18 anos, fez várias viagens às editoras de quadrinhos em São Paulo e Rio de Janeiro. Cansado de receber "nãos", convenceu sua minha mãe a fazer um empréstimo bancário, publicando “Celton” pela primeira vez em 1981. Com o fracasso total de vendas nas bancas, o artista foi para as ruas vender por conta própria. Percebendo que a revista não se sustentava, alugou uma sala para trabalhar como desenhista de impressos gráficos, mas continuou a vender seus quadrinhos.


Em 1990, foi para Nova Iorque, Estados Unidos, atrás de dinheiro. Entre outras atividades, conseguiu o dinheiro cantando Beatles nos pontos do metrô. Após seis meses voltou para Belo Horizonte e publicou e vendeu os próprios quadrinhos até 1992. Deu uma pausa na arte por falta de condições. Seis anos depois, mais decidido do que nunca, reformulou tudo para tentar de novo. Na nova proposta, colocou BH interagindo com o herói “Celton”. Passou a estudar a cidade e a história de Minas. Timidamente, entre outras tentativas, experimentou os sinais de trânsito e, farejando uma possibilidade por ali, desenvolveu um estilo próprio de venda.

Finalmente começou a viver financeiramente da revista. Em 2007, a Petrobras o convidou para uma produção especial de “Celton”, distribuindo gratuitamente cem mil exemplares pelas ruas de Belo Horizonte e Tiradentes. A partir daí, recebeu vários outros convites, ficando cada vez mais conhecido. Atuante há 34 anos, a revista sempre aparece com nova produção. Atualmente, também da palestras sobre sua história de empreendedorismo.

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